Petição Zero

Trilha

Comece por aqui: a ordem de estudo recomendada, com checkpoints de compreensão entre um tema e o próximo.

Seu progresso0 de 12

O progresso fica salvo só neste navegador (localStorage). É um apoio de estudo, não um registro oficial.

  1. Entenda o tabuleiro

    Comece pela estrutura da Justiça do Trabalho: os graus, quem julga em cada um e o papel do MPT. É o mapa mental que faz todo o resto fazer sentido.

    Ler a estrutura →
  2. Aprenda o vocabulário

    Passe pelo glossário e fixe os termos que vão aparecer o tempo todo: sentença, acórdão, recurso ordinário, depósito recursal, ACP, TAC. Sem trava de leitura, o resto anda mais rápido.

    Abrir o glossário →
  3. Checkpoint: você fixou os fundamentos?

    checkpoint

    Três perguntas rápidas para parar e processar antes de avançar. Não é prova — é um jeito de perceber se o mapa mental está de pé.

    Saiu a sentença na Vara e a empresa quer reformá-la. Qual recurso e para onde ele vai?
    Quem julga no TRT, e por que a decisão sai como acórdão?
    Uma ação civil pública contra uma grande empresa foi proposta pelo MPT. O que muda para a defesa?

    Escreva com suas palavras

    Ninguém corrige — o valor está em você formular. Mas é preciso escrever algo para concluir.

  4. Primeiras petições: a porta de entrada

    As petições simples — substabelecimento, carta de preposição, comprovação de pagamento — que todo estagiário faz no início. Baixo risco, e você já aprende a achar dados no processo e a usar modelos com critério.

    Ver as petições simples →
  5. Veja o processo de ponta a ponta

    Agora o mapa do território em movimento: da reclamação à execução, com a raia da empresa destacada em cada fase. Repare onde a reclamada precisa decidir.

    Ver a jornada do processo →
  6. Aprofunde na fase recursal

    A fase de maior risco e densidade de prazo. Da sentença ao TST: quais recursos cabem em cada grau, e onde entram depósito recursal e prequestionamento.

    Ver a fase recursal →
  7. Checkpoint: a fase recursal

    checkpoint

    Duas perguntas para consolidar o que costuma derrubar recurso na prática.

    Por que a maioria dos recursos de revista não é conhecida pelo TST?
    O que é o depósito recursal?

    Escreva com suas palavras

    Ninguém corrige — o valor está em você formular. Mas é preciso escrever algo para concluir.

  8. Usar IA com critério

    Aprenda o método: usar a IA como advogado sênior 24h — contexto completo e sempre o porquê jurídico. É o passo que separa ferramenta de muleta.

    Ver o método →
  9. Horas extras: a defesa

    O raciocínio de defesa do pedido mais comum: de quem é o ônus da prova, quais teses cabem e que provas as sustentam. O mérito, não só o procedimento.

    Ver as teses →
  10. Faça a contestação: o método na prática

    Junte as duas metades — pegue o raciocínio de defesa e rode o método de ponta a ponta até a peça. Destrava só depois do método e das teses: é o conteúdo-base que impede o atalho.

    Rodar o método →
  11. Checkpoint: raciocínio de defesa

    checkpoint

    Duas perguntas que amarram o mérito (ônus da prova) e o método (usar IA sem virar muleta).

    Numa reclamação de horas extras, a empresa obrigada a registrar a jornada não junta os controles de ponto, sem justificativa. O que tende a acontecer?
    No método de trabalho com IA, qual é o passo que impede a IA de virar muleta?

    Escreva com suas palavras

    Ninguém corrige — o valor está em você formular. Mas é preciso escrever algo para concluir.

  12. Banco de prompts

    A caixa de ferramentas aplicada: prompts para contra-argumentar, revisar, resumir e organizar — cada um explicando o que você aprende. Liberado depois do método.

    Abrir o banco →